Projecto Áudio – “Os Não-Lugares”

          Como já tinha comentado num post anterior, o nosso projecto mais recente da disciplina de Oficina de Multimédia era sobre os “Não-Lugares”, a partir de um trabalho, a pares, de áudio.

          Sucintamente, o projecto consistia na gravação de sons de “Não-Lugares”, ou seja, espaços de ninguém e de toda a gente ao mesmo tempo, como ruas, parques, praias, ou ainda espaços com a possibilidade de juntar muitas pessoas, como centros comerciais ou aeroportos. Com esses sons, única e exclusivamente gravados pelos elementos do grupo, tínha-se que imaginar uma instalação, a ser colocada em qualquer espaço físico ou imaginário, acessível à visualização de todo o público.

         Depois de pesquisarmos e termos debatido qual o tema do nosso trabalho, começámos gravar os sons, simplesmente com os gravadores dos telemóveis! Assim que estes estiveram prontos, e indo ao encontro das nossas ideias já esquematizadas do áudio final, começámos a trabalhar nos computadores, com o programa Abobe Soundbooth.

          É, claro, muito importante dizer qual o tema que ficou decidido pelos dois…. “Visita à cidade”. A nossa ideia inicial era fazer um áudio de contrastes, tipo cidade/campo, mas, e depois de falarmos com o professor da disciplina, achamos que este tema era mais promissor e interessante. Sendo assim, e com o objectivo de expor o áudio final no Bar Principal do Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas, fomos gravar todos os sons na cidade de Espinho, distrito de Aveiro, Portugal. Depois de tudo gravado, foi só começar a formar o áudio que consistiria na visita de uma pessoa aos pontos importantes da cidade.

          Por incrível que possa parecer, as dificuldades em trabalhar com o Adobe Soundbooth foram quase nulas, uma vez que o grupo trabalhou a fase experimental junto, o que deu para que dúvidas e problemas apresentados nessa fase fossem esclarecidos.

         Após aproximadamente 4 aulas, o trabalho “Visita à cidade” estava praticamente concluído. Todavia, ainda nos faltava um PowerPoint com fotografias tiradas pelo grupo a Espinho, e que coincidissem com o som que se estava a produzir.

          Essa parte deu bastante trabalho, pois foi preciso esquematizar todos os sons, seleccionar as imagens que melhor se adaptavam ao que se estava a ouvir, e ainda colocar muito bem os tempos de aparecimento das imagens – o mais difícil, uma vez que se chegou ao ponto de se ter que começar novamente, por um pequeno erro de um segundo!

          Mas, e apesar de todos os contratempos, o trabalho ficou pronto e foi apresentado aos alunos da turma e ao Professor!

 

          Como conclusão, resta-me dizer que, e tirando a parte do PowerPoint, o que deu mais trabalho foi a gravação de sons, pois apanhamos muitos dias de chuva e que fez com que os sons tivessem de ser gravados novamente, devido ao contínuo barulho desta e do vento que aparecia em quase todas as gravações. Quanto à parte do trabalho em grupo, deu-me bastante satisfação fazer o projecto com o meu colega, pois, e ao contrário do que estava à espera, conseguimos trabalhar empenhadamente e quase sempre em sintonia.

          Assim que possível irei postar o projecto “Visita à cidade”.

 

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