Trabalho sobre Londres

Olá a todos!

Estava a fazer uma limpeza no meu computador, quando me deparei com uns trabalhos, do ano passado, feitos por mim para a disciplina de História da Cultura e das Artes.

Estes trabalhos são na sua maioria relacionados com a matéria que dávamos nas aulas, sendo que depois serviam de elementos de avaliação, com um grande peso no final dos períodos.

O trabalho que apresento de seguida é uma espécie de síntese e relatório de toda a matéria dada até à altura. Exemplificando, quando fiz uma viagem a Londres, há dois anos, decidi aproveitar os conhecimentos que tinha e pô-los em prática nas obras, tanto de arquitectura, escultura ou pintura que via. No fim, realizei este trabalho mais pessoal, mas ao mesmo tempo de acordo com o pedido do Professor.

Espero que gostem tanto do texto como das imagens e que fiquem com o bichinho de fazer uma pequena escapadela até Londres!

Até breve!

TRABALHO SOBRE LONDRES

Introdução

Este será um trabalho diferente de todos os que já apresentei…

Como visitei nas férias da Páscoa uma enorme e mundialmente conhecida cidade, dada pelo nome Londres, aproveitei para aperfeiçoar o meu estudo acerca da matéria já dada, podendo assim usar exemplos reais e não as fotografias dos livros.

Durante esta viagem pode apreciar construções dignas de ser admiradas e, por isso, decidi fazer este trabalho… assim posso englobar tanto a matéria como as sensações e reacções ao ver estruturas tão grandiosas e belas.

Vou, então neste trabalho, enumerar alguns dos locais que visitei e que penso ter maior importância e relevância para a disciplina.

Espero assim, ao longo destas páginas, poder transmitir o fascínio, admiração, espanto e alegria que senti, ao ter posto em funcionamento os meus estudos no dia-a-dia.

Será um trabalho mais pessoal…

Edifícios importantes

Paradoxalmente, duas grandes tragédias foram responsáveis pelo posterior desenvolvimento da planificação urbanística da cidade. Em 1664, uma crónica escassez de água e as péssimas condições de higiene da época conduziram a uma nova epidemia de peste (que matou cerca de 100 000 habitantes), seguida por um incêndio devastador que consumiu grande parte da cidade: 13 mil edifícios e 87 igrejas. O Grande Incêndio de Londres provou ser, contudo, uma excelente oportunidade para o arquitecto Sir Christopher Wren, o Superintendente – Geral da Coroa, encarregado da reconstrução da cidade.

Wren possuía ideias grandiosas e começou a planificar uma cidade muito diferente, com praças arejadas e avenidas grandes e espaçosas. No entanto seria frustrado pelo proverbial tradicionalismo britânico e pela necessidade de uma reconstrução rápida. Encomendaram-lhe, contudo, a reconstrução de 51 igrejas, entre as quais a nova Catedral de S. Paulo, a sua obra-prima. A urgência do programa de reconstrução conduziu a uma expansão demográfica, a qual, por sua vez, encorajou a que se erigissem edifícios no West End, novas pontes pelo Tamisa, como Westminster, e novos subúrbios na margem Sul. Em 1694, a criação do Banco de Inglaterra dotou os abastados mercadores burgueses de um formidável instrumento. As pessoas de posses “fugiram” do superpovoado East End criando-se novos bairros para as classes mais baixas.

Catedral de S. Paulo

A Catedral de S. Paulo foi idealizada e desenhada pelo famoso arquitecto Sir Christopher Wren no século XVII, mais precisamente entre 1675 e 1710. Foi a sua quinta obra em Londres.

Encontra-se no centro de Londres, na chamada “parte nova” da cidade, devido ao famoso incêndio que, durante quatro longos e quentes dias no ano de 1666, não deixou ninguém dormir na cidade de Londres e que destruiu um templo dedicado a Diana, construído naquele espaço.

É considerada como a maior igreja protestante inglesa e é actualmente a Sede do Bispo de Londres.

“ Sucedendo às igrejas em madeira e pedra, a uma catedral saxónica e a outra normanda, “monumental” é o adjectivo que melhor descreve a Catedral de Wren […]”

Arquitectura

[DOC.1] Catedral de S. Paulo, com a visualização da cúpula e de uma das duas torres sineiras
[DOC.2] Cúpula assente em tambor com frescos religiosos a decorar

Apresenta uma planta cruciforme, composta por três naves. Os tectos apresentam abóbadas de berço, pois são compostos por arcos torais e formeiros. Este tipo de planta garante a convergência de todas as linhas para o ponto central sob a cúpula.Primordialmente, Wren pensou construir uma catedral que apresentava uma estrutura barroca e com uma planta em cruz grega. No entanto, esse pensamento não foi aprovado pelos superiores e, por isso, Wren teve que se render à simplicidade pedida. Resultou assim um edifício serenamente clássico, utilizando estruturas da arte bizantina, mas com influências italianas e francesas [Doc.1]

Para além da Cúpula, a Whispering Gallery e os túmulos de grandes figuras da história britânica, são também lugares belíssimos de serem apreciados. Apresenta também um transepto, onde é visível uma cúpula, no cruzeiro, assente em tambor. Esta Cúpula [Doc.2], com 111 metros de altura, concebida por Sir Christopher Wren, é a segunda maior do mundo, atrás da Cúpula de São Pedro, em Roma. O arquitecto queria fazer dela um observatório que unisse o céu e a terra. Penso que conseguiu, pois no lado exterior desta é possível visualizar toda a cidade de Londres, bem como o céu e o rio Tamisa. No interior, um majestoso fresco religioso reproduz cenas da vida de S. Paulo, bem como mosaicos que representam profetas do Antigo Testamento e quatro evangelistas. Foi pintado por Sir James Thornhill.

Na cabeceira, rectangular, é também possível visualizar três naves. As laterais são o coro e a central conduz ao Altar Principal, que apresenta-se na abside mais a Este da Catedral. Os seus mosaicos representam a Criação e outras cenas Bíblicas. Ostenta esculturas realizadas por Grinling Gibbons, um enorme órgão do Padre Schmidt e os famosos portões forjados a ferro na parte de trás do altar. Apresenta seis absídiolos, por detrás do coro, bem como um

deambulatório onde se pode observar a Capela de Comemoração Americana, dedicada à memória de todos os militares dos Estados Unidos que perderam as suas vidas, no Reino Unido, durante a II Guerra Mundial.

[DOC.3] Nave central e lateral onde é possível visualizar o alçado interno

Ostenta ainda um nartéx, pilares, onde é possível visualizar colunas com capitéis coríntios (influências clássicas) e três níveis, no alçado interno. No primeiro encontram-se as arcadas; no segundo, o trifório e no terceiro, janelas clerestóricas. O pórtico foi também alterado durante a construção da Catedral, tendo sido originalmente concebido com uma fila de colunas únicas e não duplas. Apresenta do mesmo modo, arcos torais e formeiros nas três naves [Doc.3].

Quanto às galerias, podemos observar seis, em toda a Catedral [Doc.4]. Assim sendo, a primeira, que se encontra no nível inferior, é a cripta; a segunda encontra-se no rés-do-chão e é onde se fazem as cerimónias religiosas; a terceira, que é separada por 257 degraus, chama-se Whispering Gallery e encontra-se no princípio da Cúpula. Tem como característica a propagação do som, mesmo sendo um pequeno murmuro, que chega a alcançar 32 metros de distância até ao outro lado da Cúpula. Por cima da Whispering Gallery, fora da Cúpula, existe a Stone Gallery, com mais 119 degraus. Por fim, a sexta galeria chama-se Golden Gallery com mais 152 degraus, onde é possível visualizar, nestas duas últimas, as vistas panorâmicas e esplêndidas da cidade de Londres [Doc.5].


[DOC.5]  Vista da cidade de Londres da Stone Gallery



Quanto à cripta, a câmara mortuária da Catedral, apresenta túmulos e monumentos comemorativos de numerosas figuras relevantes à história Britânica, como é o caso dos túmulos de Lorde Nelson, que combateu na batalha de Trafalgar, contra Napoleão; do Duque Artur de Wellington e ainda do arquitecto da Catedral, Sir Christopher Wren.

Já os monumentos, podemos visualizar os de Florence Nightingale; do pintor JMW Turner; do poeta William Blake; de Sir Alexander Flemming; de Sir Henry Moore, entre outros.

Exteriormente, a Catedral de S. Paulo exibe duas maciças torres sineiras que não faziam parte do projecto original de Wren. O arquitecto acrescentou-as mais tarde, em 1707, e foram ambas concebidas para albergar um relógio. Apresenta também muitas janelas, algumas delas vitrais.

O aspecto exterior assemelha-se muito com os templos clássicos, pois observam-se muitas colunas do estilo jónico, um átrio e um corpo rectangular que termina em triangular, devido ao frontão, ricamente adornado com esculturas em alto-relevo [Doc.6].

  [DOC.6] Fachada Principal de S. Paulo onde são visíveis as influências clássicas e uma torre sineira


Por fim penso que devo mencionar uma outra característica da Catedral de S. Paulo. Esta poderá não ser muito acolhedora para os fiéis, nem inspirar conversões súbitas, mas a verdade é que Wren tinha outros objectivos em vista. Pretendia erigir um edifício que desse prova do seu génio através dos séculos. No seu túmulo, esta ideia é visível, pois na sua lápide está escrito “Si monumentum requiris, circumspice”, ou seja, “Se procuras um monumento, olha à tua volta”.Já se realizaram grandes cerimónias oficiais na Catedral de S. Paulo, nomeadamente o funeral de Sir Winston Churchill, em 1965, como o casamento da Lady Diana com o príncipe Carlos, em 1981.

É sem dúvida uma construção que me deixou de “boca aberta”, devido à sua grandiosidade, beleza, e pormenor em tudo o que foi feito, pois Sir Christopher Wren não pensou somente na época, mas sim no futuro, para que milhões de pessoas pudessem admirar tudo o que de belo, original e extraordinário tem a Catedral.

Abadia de Westminster

[DOC.7] Fachada principal da Abadia de Westminster, onde é possível observar as duas torres sineiras

Na Abadia de Westminster [Doc.7 e 8] a arquitectura gótica é genuína e respira-se a passagem dos tempos. Mais de nove séculos se passaram desde que Eduardo, O Confessor, a mandou construir no local de um antigo mosteiro beneditino, que aí se estabelecia desde 960 d.C. O bom rei teve pouco tempo para beneficiar da sua acção, morrendo apenas uma semana depois da consagração da Abadia, em finais de 1065. Contudo, Eduardo foi o primeiro monarca a ser sepultado em Westminster, e a Abadia tornou-se a partir de então o local das coroações e dos enterros reais. Desde a coroação de Guilherme, O Conquistador, neste local, em 1066, a Abadia tem sido igreja de Coroação da nação. O último soberano a ser coroado na Abadia foi Isabel II, e houve apenas duas excepções em toda a história Britânica: Eduardo V, o rei menino assassinado em 1483 pelo tio, o futuro Ricardo III, e Eduardo VIII que, antes da cerimónia, abdicou do trono para desposar Wallis Simpson, em 1936.

[DOC.8] Fachada lateral da Abadia de Westminster, onde é possível observar os portais e contrafortes

A Abadia de Westminster é “propriedade da Coroa”, estando sujeita a uma jurisdição especial e sendo directamente controlada pela família Real. Alguns consideram-na uma celebração daO edifício que hoje conhecemos data da segunda metade do século século XIII. Posteriormente veio a sofrer várias modificações, enquanto o interior, em conformidade com os gostos do século XVIII, foi sendo preenchido com monumentos funerários a grandes poetas, de Chaucer a Bem Jonson, este sepultado em posição vertical, ou ainda Tennyson e Darwin. Para além disso, placas comemorativas prestam homenagem a outros grandes nomes, como Shakespeare, Shelley, T. S. Eliot e Oscar Wilde, Gladstone, Isaac Newton, Jonas Hanway, primeiro londrino a usar guarda-chuva, Isabel I, Maria Stuart ou ainda Henrique VIII.

morte na sua forma mais solene; contudo é, sem dúvida, o monumento de Londres que melhor reflecte a história do reino.

A Abadia, até ao século XIX, era considerada como o terceiro estabelecimento de ensino superior em Inglaterra, estando somente ultrapassada pelos de Oxford e Cambridge.

Muitos inventos importantes aconteceram no interior da Abadia, nomeadamente a coroação da rainha Isabel II ou ainda os ofícios religiosos da princesa Diana, em 1997, e da Rainha-Mãe, em 2002.

Arquitectura

A Abadia de Westminster é uma Abadia com uma arquitectura gótica e neogótica e foi fundada no século X, mais precisamente entre 1045 e 1050, pelo rei Eduardo, O Confessor. Mais tarde, e com o reinado do Rei Henrique III, a Abadia é renovada e adopta-se um estilo gótico Anglo-Francês. No entanto as obras só terminam no reinado de Ricardo III. Em 1503, Henrique VII acrescenta uma capela dedicada à Abençoada Virgem Maria. Em 1540, Henrique VII deu à Abadia o estatuto de catedral, estabelecendo a diocese de Westminster. Posteriormente e durante o reinado da católica Maria I, a Abadia foi devolvida aos Monges Beneditinos que voltaram a ser expulsos durante o reinado de Isabel I. Esta transformou a Abadia na Colegiada de São Pedro, directamente dependente da Coroa e não do Bispado.

A Abadia foi construída sobre a forma de uma Cruz Cristã, logo, a sua planta é em cruz latina. Apresenta três naves sendo estas divididas em dez tramos. Sendo uma obra gótica pode-se verificar os dois conceitos mais importantes da arquitectura deste período, verticalidade e iluminação. A Abadia possui 10 metros de largura, na nave central, e cerca de 30 metros de altura. Como se pode imaginar, este número confere uma verticalidade muito acentuada. Este era um propósito gótico, pois nesta altura quanto mais alta fosse a Abadia ou Catedral, maior era o prestígio da cidade e mais próximo estavam os crentes de Deus.

Visualiza-se uma evolução do período artístico anterior, o Românico, no que diz também respeito à luminosidade. Como a verticalidade, a entrada e propagação da luz foi também muito importante no período gótico, pois ao contrário das ideias anteriores, a entrada de luz era o símbolo de fé e da presença de Entidades Religiosas. A partir da ideia do Abade Suger, a maior parte das construções religiosas góticas passaram a utilizar menos as pedras e mais janelas. No entanto, estas janelas não projectavam a luz solar directa, pois isso fazia com que as pessoas não se concentrassem o devido nas suas preces. Passou-se, por isso, a utilizar os vitrais [Doc.9 e 10],que reflectiam uma luz diáfana, para um ambiente mais acolhedor para os cristãos. Este tipo de luz era concebida a partir da coloração do vidro. Para além disso, também se utilizaram os vitrais para mostrar passagens Bíblicas às pessoas, visto que naquela altura a taxa de analfabetos era elevada.

[DOC.9] Vitrais da nave lateral esquerda da Abadia de Westminster
[DOC.10] Vitrais de uma capela na Abadia de Westminster

Pode-se também observar, no interior, os arcos ogivais, bem como algumas abóbadas em cruzaria de ogiva, principalmente em pequenas capelas. Já na Abadia e Claustro encontra-se, a meu ver, as abóbadas em leque [Doc.11], que resulta numa maior distribuição da descarga do peso que era exercida pela grande verticalidade. Com a junção das abóbadas em leque observa-se pilares com bastantes colunelos, estes muito estreitos, mais altos e graciosos.

[DOC.11] Abóbada em leque, situada no claustro

O transepto é dividido em 3 naves, sendo este um pouco mais pequeno que a nave principal. Do lado exterior é possível visualizá-lo muito bem, visto ser saliente. É possível observar a parte do coro no fim da nave central e princípio do transepto. O santuário é separado, por uma grade, do coro. É aqui que se encontra a capela de Eduardo, O Confessor, com o seu relicário, o seu trono e, até muito recentemente, a Stone of Scone, a pedra sobre a qual os soberanos escoceses eram coroados.

A cabeceira, que é considerada muito complexa, apresenta um deambulatório e quatro absídiolos. É considerada complicada pois é uma parte muito trabalhada quer a nível dos vitrais, dos arcos, que são em leque e terceletes. A cabeceira encontra-se no sentido Este – Oeste, devido à direcção de Jerusalém. Apresenta também túmulos importantes, como do rei Eduardo, O Confessor, do rei Jorge II (o último a ser enterrado, em 1760, já que a partir dessa data os funerais começaram a ser feitos em Windsor), dos escritores Geoffrey Chaucer, Samuel Johnson, Charles Dickens e Rudyard Kipling, do Soldado Desconhecido [Doc.12], em honra de todos os soldados que lutaram e perderam as suas vidas na I Guerra Mundial, entre outros.

[DOC.12] Memorial do Soldado Desconhecido

Quer nos absídiolos, capelas, ou altar, existem frescos, com bastante qualidade, onde é possível observar cenas religiosas, ou então da pessoa aí enterrada.

Quanto ao alçado interno, a Abadia apresenta três níveis, sendo o primeiro, as arcadas; o segundo, a tribuna; e o terceiro, as janelas clerestóricas.

[DOC.13] Estátuas da fachada principal


A nível exterior, esta apresenta portais grandiosos em todas as entradas. Estes apresentam-se, nas fachadas laterais, tripartidos, e na fachada principal, único. Todas as ombreiras são bastantes pronunciadas, formando um corte em chanfro, devido aos arcos quebrados. Todos os portais apresentam esculturas no tímpano, lintel e nos próprios arcos. Todos eles possuem também gabletes, bem adornados esculturalmente. Nos portais centrais das fachadas laterais, ou no próprio portal da fachada principal, os motivos escultóricos são todos religiosos, tendo Deus como figura principal, seguido de outros homens relacionados com as passagens Bíblicas, sobretudo apóstolos. Já nos restantes portais, o motivo predominante é vegetalista e geométrico, devido à sua menor importância. Fora os portais, toda a Abadia está bem ornamentada de esculturas [Doc.13], sobretudo de entidades religiosas inglesas, ou que contribuíram/marcaram a sociedade anglo-saxónica de alguma forma, como Martin Luther King.

As torres sineiras [Doc.14] são outra majestosa construção, devido à sua altura e perfeição. Estas duas torres não estavam no projecto inicial da obra e só foram acrescentadas à estrutura gótica na primeira metade do século XVIII, por Nicholas Hawksmoor.

O corpo central é rectangular, acabando depois em triangular, devido ao tímpano que aí foi construído.

[DOC.14] Torre sineira

A fachada principal apresenta, para além de estátuas de figuras religiosas importantes, brasões [Doc.15]. Estes brasões mostram até que ponto o edifício esteve ligado à história da Coroa inglesa. É nesta mesma fachada principal que podemos observar mais janelas, um janelão, um óculo e um relógio do tempo da construção de Eduardo, O Confessor.

[DOC.15] Brasões reais que se encontram na fachada principal

Na parte lateral é possível visualizar contrafortes, especificamente botaréus, encimados por pináculos e duplos arcobotantes [Doc.16].

[DOC.16] Pormenor da parte lateral da Abadia ( contrafortes)

Já o esplêndido claustro [Doc.17 e 18], que inclui o Undercroft Museum, com uma colecção de efígies e objectos sacros e a Westminster School, tem uma vista panorâmica para as torres sineiras e possui túmulos, escrituras antigas e tectos muito bem adornados.

[DOC.17] Pormenor do claustro


[DOC.18] Claustro com vista para as torres sineiras



Conclusão

A história de Londres começa com uma conquista: um pequeno povoado celta, situado nas margens de um rio, caiu nas mãos do poderoso exército romano, tornando-se um importante centro mercantil. Ao longo da sua história, a cidade expandiu-se para ambos os lados do Tamisa, as dinastias reais sucederam-se, “rolaram muitas cabeças” e foram construídos grandiosos monumentos. Pode objectar-se que este é o percurso típico de todas as grandes nações. Mas só em parte, pois se no passado Londres foi um símbolo de poder, da força militar, do expansionismo e da alta finança, no século XX a capital do Reino Unido tornou-se um destino predilecto daqueles cujo ideal era “ Paz e Liberdade”. Londres testemunhou o nascimento de um estilo musical único, de modas rebeldes e de ideais elevados. Nova Iorque, Los Angeles, Paris ou Roma tem, sem sombra de dúvida, os seus encantos, mas nenhuma outra cidade conseguiu encarnar os desejos e as aspirações de gerações inteiras de jovens. O “Renascimento Britânico”, sobretudo por uma economia remodelada, não é mais que a última prova de imortalidade do espírito londrino. Vinte séculos após a sua fundação, Londres continua a exercer grande fascínio sobre os jovens e sobre os que se sentem jovens por dentro: impõem moedas, estilos, músicas e sabores.

E permanece no coração daqueles que, pelo menos uma vez na vida, respiram o ar de Londres!…

Bibliografia

Este trabalho foi elaborado por:

Rafaela Sousa Ramos

A pesquisa foi efectuada em:

  • Internet:

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_S%C3%A3o_Paulo_(Londres)

  http://www.infopedia.pt/$catedral-de-s.-paulo-(londres)

  http://wikimapia.org/4200/pt/Catedral-de-S%C3%A3o-Paulo

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Abadia_de_Westminster

                                                  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_de_Westminster,_Abadia_de_Westminster_e_Igreja_de_Santa_Margarida

  http://www.westminster-abbey.org/visit-us/language/portuguese/a-living-church

  • Livros:

                LIBERO, Chiara; “ Os Lugares e a História – Londres”; Editora Verbo

                PINTO, Ana Lídia, MEIRELES, Fernanda, CAMBOTAS, Manuela Cernadas; “História e Cultura das Artes”, 2ª parte, 10º ano; Porto Editora.

                “Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura”; Edição Século XXI; Ed. Verbo; coordenação: Jorge Colaço e Geoge Vicente; Volumes 14 e 20.

                LLERA, Ramòn Rodriguez; “Breve História da Arquitectura”; Editorial Estampa.

  • Panfletos dos locais visitados

As imagens foram, na sua totalidade, tiradas pela autora deste trabalho.

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